Para viver exercendo corretamente a autoridade que você tem (parte 1)
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★O que é a sua autoridade
Eu venho dizendo, de vez em quando, que é bom viver sem entregar a outros a sua autoridade, não é?
Até agora não expliquei isso em muitos detalhes, mas, visto pelo avesso, quer dizer viver cumprindo até o fim a própria responsabilidade (viver de acordo com o princípio da responsabilidade por si mesmo).
Talvez muitas pessoas achem que esse tipo de conversa não desperta interesse nem tem graça nenhuma, mas isto é uma Verdade Universal muito importante, e na verdade é o básico da educação sobre a vida que os pais deveriam ensinar aos filhos, e a escola aos alunos.
Por isso, hoje vamos fazer uma revisão rápida do que é a autoridade que cada ser humano tem, de onde fica a fronteira entre o que se pode e o que não se deve fazer, e assim por diante.
Primeiro, o que é a autoridade dada a cada ser humano: quanto à autoridade comum a toda a humanidade, é a ação relacionada a “criar, nos céus e na terra, na posição e no ambiente em que cada um está, um mundo harmonioso em que todas as formas de vida, a grande natureza e a humanidade formam um só todo”.
E, como indivíduo, é “viver manifestando sem limites a divindade que habita em si mesmo”; não se tem o direito de ter pensamentos e ações contrários a essas (autoridades do todo e do indivíduo), entregar a outros aquilo que você deve fazer e jogar a responsabilidade neles é inverter as coisas, e deixar a própria consciência ser manipulada à vontade por alguém também é entregar a autoridade a outros; por isso pode-se dizer que são coisas a evitar.

★Sobre não ter o direito de exercer pensamentos e ações fora da própria autoridade
O ser humano não tem o direito de exercer (não tem qualificação para fazer) pensamentos e ações que saiam da autoridade que lhe é própria por natureza.
Há, é claro, a liberdade de como viver, de o que escolher e fazer, mas isso é dentro do alcance da autoridade que cada um tem, e ter pensamentos, palavras e ações fora desse direito de exercer significa sair da lei do universo; por isso, é preciso assumir com toda a responsabilidade a arrumação (o ajuste vibracional) correspondente ao quanto se viveu fora dela.
O que isso quer dizer? Quer dizer consertar o estrago resultante de pensamentos e ações desarmoniosos que provocam destruição ou confusão.
Fazer coisas assim, como eu disse agora há pouco, é sair do caminho, é uma conduta que ultrapassa a ação original do ser humano, um modo de viver que ultrapassa aquilo que faz da humanidade humanidade; por isso, até perceber que o caminho percorrido estava errado, reencontrar o caminho certo e corrigir a direção, vem junto um sofrimento proporcional.
É como a dor de colocar de volta no lugar um osso deslocado.
A situação das pessoas que ainda hoje estão em sofrimento na terra pode incluir esse aspecto, mas isso não é, de jeito nenhum, uma conversa para culpar essas pessoas. (Continua na próxima vez)







