Os componentes da vida: uma conversa de um ponto de vista não científico (parte 1)
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★Os componentes da vida
De que componentes você acha que a vida é feita?
Hum, hum.
Ha ha ha…
Não precisa de palavras tão difíceis.
Não precisa pensar só com a cabeça.
Hum?
Isso mesmo, é o amor.
Dentro da vida está cheio de um amor de massa infinita, e não é exagero dizer que “vida = amor”, “a vida é feita de amor”.
Fora e dentro do corpo de vocês, o amor está transbordando sem interrupção.
As religiões chamam isso de Deus ou de Buda; a força que gera tudo, faz crescer na renovação e, com o tempo, devolve ao próprio amor está, sem dúvida, no fundo de vocês e rege a criação evolutiva do universo através de vocês.
Olhando esta conversa ao contrário, da posição de vocês, pode-se dizer que o modo de viver natural, que o ser humano deve ter, é avançar com a ideia de que “a criação evolutiva do universo está no processo de nós, que nascemos do amor, nos lembrarmos do trabalho do amor e voltarmos (retornarmos) ao amor”.
Basta que todas as pessoas que vivem na Terra entendam esse fato com o coração aberto e sem preconceitos para que o mundo projete, num instante, o aspecto do mundo divino em grande harmonia.

★Num mundo em que um modo de viver de ponta-cabeça virou senso comum
Mas isso custa a acontecer porque cada ser humano não encarou, arriscando a vida física, a questão da Verdade Universal: “o que é a vida?”.
Porque vem vagando no mundo da terceira dimensão, levado pelo movimento dos pensamentos que protegem o eu, o ego, que acha que é ele mesmo.
Olhando essas pessoas, dá para ver que todas têm um pensamento em comum.
“É natural nós estarmos à deriva; é justamente por sermos humanos que é natural sofrer e se afligir e ser jogado de um lado para o outro pela alegria, raiva, tristeza e prazer.”
É a isso que se chama “um modo de viver iludido”, “um pensamento invertido”, “pensamentos pegajosos de ilusão de ponta-cabeça”.
Em suma, é como olhar o universo plantando bananeira.
É justamente por isso que digo a você: “Nas situações em que as pessoas se relacionam na superfície, é bom não brandir de propósito a Verdade Universal, agir de acordo com o senso comum dessas pessoas e, no verdadeiro núcleo do coração, usar a consciência de um modo que reconhece a divindade na essência de tudo”.
Em certas situações específicas, pode-se levar adiante a própria ideia sem se preocupar com nada nem ninguém; mas, nas muitas outras situações, o modo de viver de quem manifestou o amor é “recolher a ideia que se acha certa, dar prioridade à harmonia do todo e, movendo-se de acordo com as ondas deles (sem se opor ao karma), na verdade abraçá-los e voltar junto com eles ao céu”. (Continua na próxima)







