Viver sendo mantido vivo – 2
Publicado em Atualizado em
(Continuação da última vez)
Sob a civilização do sujeito sagrado que em breve vai descer sobre a Terra, o mundo será de pessoas que só pensam: “nós, seres humanos, somos mantidos vivos pela força da natureza e da vida; não é, de jeito nenhum, pela nossa própria força que vivemos”.
Diz-se que, até chegar essa era, há um marco que todos os habitantes da Terra vão atravessar juntos.
É o “problema de 2025”, de que tanto se fala hoje.
Sobre o que vai acontecer nessa hora, várias pessoas expressam opiniões diversas, mas, na verdade, a linha do mundo que vai surgir nessa hora ainda não está definida.
Porque quem tem a chave do que vai acontecer e de que modo não é Deus, nem Buda, nem os irmãos do espaço: depende do modo de viver de nós, habitantes da Terra, neste exato instante.
Neste mundo, ao mesmo tempo em que há pessoas que pensam que o destino está fixado, há também a ideia de que o destino pode ser mudado.
A realidade é que o grande fluxo está fixado, mas o processo de cada momento em que se segue esse fluxo pode ser alterado pela consciência humana.

O que devemos fazer não é esperar nem nos afligir com o que vai acontecer no futuro, mas passar o tempo manifestando na consciência deste exato instante o modo de viver do futuro.
Olhando só o mundo real, entendo o sentimento de não conseguir ser otimista, mas, por favor, repensem com muito cuidado.
Os acontecimentos e fenômenos que achamos que são o agora são, todos, uma realidade que nós construímos com os pensamentos que emitimos no passado e com as palavras e ações que manifestamos com base nesses pensamentos.
Os acontecimentos e fenômenos, todos, viram passado no instante em que aparecem.
Este instante chamado agora nunca fica parado num só lugar; está sempre em perpétua transformação.
Quem rege isso é a consciência da humanidade daquele planeta.
Pensando assim, vai ficando visível como devemos viver neste exato instante.
É lembrar a missão original como ser humano e ir tornando-a realidade no mundo das formas.
Dentro de cada um de nós, seres humanos, habita a força que harmoniza tudo.
O reconhecimento básico para dominar essa força é justamente “tomar consciência de que vivemos sendo mantidos vivos”.
Foi justamente porque quase toda a humanidade da Terra esqueceu isso que ela fez uma exploração excessiva da natureza e sujou o ar e a água.
(Continua na próxima vez)





