O segredo para não desistir da ascensão (parte 2)
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(Continuação da última vez)
★A causa da infelicidade está na percepção errada ligada ao corpo astral e ao corpo físico
E mais uma característica que eles têm em comum é que não se apegam de modo pegajoso a nada.
Por exemplo, digamos que alguém tomou a decisão: “Vou evoluir a consciência!”.
Até aí, quem tem hábitos negativos e quem tem hábitos positivos são iguais.
O problema vem depois: enquanto quem tem hábitos negativos fica para sempre agarrado ao pensamento “quero evoluir a consciência!”, quem tem hábitos positivos já passou à ação para evoluir a consciência e não fica parado, apegado (agarrado), no pensamento (no ponto) de “quero evoluir a consciência!”.
Acho que entre as pessoas que aspiram à evolução da consciência não há uma sequer que queira ficar num estado negativo; mas, no resultado, elas se dividem entre as que ficam paradas no estado dos hábitos negativos e as que não ficam ali e avançam cada vez mais, não é?
Também se pode dizer que a diferença está em a matéria dos pensamentos ser pegajosa ou continuar fluindo, leve, leve.
E, na verdade, o que fica acomodado no negativo são só os pensamentos e a consciência ligados ao corpo físico e ao corpo astral.
Se todos os pensamentos ligados ao corpo físico e ao corpo astral ficarem num estado transparente, sem apego, qualquer pessoa, mesmo que tente, não consegue mais ter reações de pensamento voltadas para trás.
A visão da consciência se amplia de verdade a ponto de a pessoa pensar: “O que eram aqueles dias de sofrimento e aflição de pouco tempo atrás?”.
Dizendo de outro modo, a região da consciência de visão ruim é só uma pequena parte de toda a região da consciência da vida.

★O segredo para sobrescrever e salvar a percepção habitual (2)
Para dar um exemplo do que isso quer dizer: se, dentro de casa, sem ligar o exaustor nem abrir a janela, você assar sardinha num fogareiro, a casa fica tomada de fumaça, não é?
Mas, saindo para fora, o céu está amplo, azul e limpo, e não há nada.
Neste caso, o corpo astral é a casa, o corpo físico é você assando a sardinha, e o espaço fora da casa é o mundo do corpo espiritual e do corpo divino.
Até a fumaça que tomou a casa, se você abrir a janela ou ligar o exaustor, com o tempo se dissolve no ar e desaparece, não é?
Quando a consciência está grudada no corpo físico, mudar a situação atual pode parecer muito difícil; mas, como no exemplo de agora, ventilar a fumaça que foi produzida (os pensamentos habituais negativos), abrindo a janela ou ligando o exaustor, é sobrescrever e salvar a percepção escura com uma percepção luminosa.
Recuar pensando “eu não sou grande coisa” e salvar por cima percepções de autonegação e de autolimitação é, antes de tudo, a imagem de quem vive se deixando arrastar pelas memórias e percepções habituais que esqueceram por completo a divindade, que é o verdadeiro corpo e o verdadeiro coração da vida.
Por isso, basta pensar de novo: “Ah, as percepções de até agora não eram o que o meu verdadeiro eu pensava. O verdadeiro eu é a luz divina que tem uma parte da força infinita que criou o universo. O corpo físico é só uma das filiais na ponta dessa luz. A partir de hoje, vou me reconhecer como ser divino e viver usando plenamente a criatividade infinita que habita em mim e que ainda não trouxe para fora”, e fazer o que quer fazer do jeito que quer fazer.
Se isso não for, de fato, o que você deve fazer, basta viver de modo positivo para que, com o tempo, outro caminho se abra à sua frente; por isso, o bom é viver deixando os pensamentos fluírem leves, sem se prender a nada, usando a consciência com toda a liberdade.
E também encolher a si mesmo por consideração às amarras sociais é desperdício de consciência, e não é necessário.
Expresse à vontade a luz da vida com que você nasceu.
Porque isso é também o sentido de viver. (Fim)







